Segunda-Feira, 22 de Dezembro de 2014

Cursos

Curso de Mediação / Conciliação

PARA INSCRIÇÃO NO CURSO ON LINE = VIA WEB  - clique aqui 

 Os cursos ON LINE, video-aulas, via web, tem o mesmo conteúdo dos cursos presenciais porque são gravações de aulas reais  é como se você estivesse em sala de aula recebendo os mesmos ensinamentos dos alunos presenciais e possui dinâmicas simuladas para aprimorar o conhecimento, carga horária de 20 horas/aulas (simulação de 05 casos para aprendizado das técnicas).

 

Curso Presencial de Mediação / Conciliação

- Períodos manhã e noite

 Faça sua inscrição - clique aqui

Objetivos: Capacitar os participantes nas técnicas de mediação, dando uma estrutura básica  para o exercício  das funções e uma atuação ética adequada.

Carga horária de 20 horas/aulas

Conceitos e históricos:

 

- Os métodos pacíficos de solução de conflitos.

- As várias modalidades de mediação.

- Conceito de conflito e de consenso. 

 

As técnicas serão ministradas em 03 módulos:

 

a) Técnicas de abertura:

 

- criação do ambiente pelo mediador

- aceitação do diálogo

- ordenamento

- sigilo

- escuta em separado

- reafirmação dos poderes das partes.

 

b) Técnicas de desenvolvimento:

 

- Audição ativa

- Pessoas e interesses

- Perícias e provas

- Alternativas.

 

c) Técnicas de Fechamento:

- Identificação de todos os pontos;

- Operacionalidade do acordo;

- Redação do acordo.

 

Todos os módulos serão abordados com exercícios práticos / simulados.

 

- Código de Ética- apresentação e discussão.

 

Investimento: R$ 600,00 ( em até 3 parcelas no cheque ou pelo pagseguro em quantas parcelas seu cartão autorizar). Para estudantes: R$ 500,00 - só cursos presenciais

INSCRIÇÕES E INFORMAÇÕES: Direto no site ou pelo fone: (41) 3222-0708

pagamento normal:
pagamento inscrição estudante:

 

Certificação – fornecida pela ABRAME que poderá ser utilizado como comprovante para “atividades complementares” ou “matérias optativas”, conforme critério da faculdade. Os certificados dos cursos à distância, via web, estarão condicionados a comprovação do acesso as vídeo-aulas, e dependerão de resposta de questionário avaliativo com nota minima de 07.

   Ministrante: Dr. Áureo Simões Junior

 

- Mestre em Integração Latino-Americana (UFSM-RS).

- Mediador do Ministério do Trabalho.

- Mediador da Defensoria Pública.

- Conciliador por 10 anos no Juizado Especial Cível.

- Professor de negociação e mediação da Faculdade de Relações Internacionais e de Prática de Mediação e Arbitragem de várias Faculdades, Professor da Unilivre de Mediação Ambiental.

- Presidente da ABRAME, Presidente do Forum Internacional de Mediação e Arbitragem.

 Ministrante: Dra. Ana Paula Graf - Mediadora por mais de 8 anos, experiencia nos Juizados Especiais, Procon e serviço social.

 Ministrante: Psicóloga Leonor de Souza Bueno, com experiência prática de mais de 04 anos na defensoria Pública do Paraná.

Metodologia: Todo o treinamento será baseado em informações técnicas, com aplicações de dinâmicas de grupo, simulações, estudos de casos e discussões em grupo.

 

Carga horária: dependendo da programação poderão conter 20 horas ou 18 horas, os Cursos via Web terão 12 horas /aulas.

 

Preços acessiveis e negociáveis

decontos para estudantes,

 

Faça já sua inscrição (vagas limitadas)

 

Local do Curso: rua Marechal Deodoro, 211 conj. 304- Centro - Curitiba/PR.

 

Duração: aulas durante a semana à noite e também turmas somente aos Sábados.

Horários: das 8:30h às 12:30h e 14:00h às 17:00h e nos sábados das 8:00h às 19:00h.

 

Informações: (41) 3222-0708 ou 3223-4589

 

A Diretora Executiva Andreza Teodoro como coordenadora dos cursos de capacitação da Abrame poderá ser contata para maiores explicações dos conteúdos dos cursos.

Existe também a possibilidade de efetivar-se estágio para aperfeiçoamento das técnicas:

através de supervisão de Leonor de Souza Bueno, mediadora, psicológa, com prática em mediação familiar com mais de 04 anos, tendo trabalhado em inúmeros casos junto a Defensoria Pública do Paraná e serviços voluntários.

 

Para inscrição clique aqui

 

VISÃO GERAL DAS DIVERSAS FUNÇÕES E ATIVIDADES A SEREM DIFUNDIDOS E EXECUTADAS PELA ABRAME:

Na definição do Presidente da Abrame, Áureo Simões Jùnior, a Mediação se caracteriza por  ser  um processo voluntário, no qual uma terceira parte imparcial (o mediador) ajuda as partes resolverem a disputa ou planificar uma transação, mas não tem poder para impor soluções. Mediadores usam uma variedade de processos. Alguns mediadores usam a abordagem “baseada nos interesses” enquanto outros usam a “baseada nos direitos”. Alguns mediadores são “facilitadores” promovendo somente processos de assistência para negociações e usam a abordagem “baseada nos interesses”.

            A mediação facilitativa baseada nos interesses é utilizada nas questões comunitárias, familiares e comerciais e recomenda ao mediador a não utilização de  sugestões, no sentido de preservar a neutralidade e para encorajar à parte a controlar os resultados.

            Outros mediadores, incluindo muitas mediações trabalhistas e comerciais, usam um estilo “avaliativo”, provendo sugestões ou recomendações. Os processos de mediação avaliativa, baseada em direitos são às vezes similares aos processos de conciliação judiciais.

            Outros mediadores podem ser “ativos” intervindo para assegurar que todas as partes estejam representadas e que haja balanceamento de poder, mas mediadores ativistas não devem necessariamente fazer recomendações específicas é utilizada nas questões ambientais e comunitárias nas chamadas mediações “multipartes”.

            Outros mediadores se consideram como mediadores “transformativos”, trabalhando pouco com os fatos estabelecidos e mais com a transformação do relacionamento.

           Outros,  mantém o processo de mediação “narrativo” no qual o mediador é mais um reunidor das partes para a criação de novas possibilidades para o futuro.

            Afirma também, Àureo Simões Jr. que existem  outros sistemas e modos de resolução pacífica de conflitos, a negociação é um processo no qual dois ou mais participantes tentam chegar a uma solução conjunta no sentido do interesse comum tendo em vista a circunstancia de  estarem  numa atual ou potencial desavença ou conflito.

NEGOCIAÇÃO:

             Negociadores podem usar uma variedade de abordagens.

 “Poder de negociação” envolve uma compreensão e estratégias do negociador no uso de  vários recursos com poder para ativar uma negociada meta barganhada.

                            A negociação “baseada em interesses” tenta alcançar soluções que atendam os interesses de todas as partes. A presunção da negociação baseada nos interesses é de que vários dos interesses ou motivações estão abaixo da linha das posições das partes. A meta da abordagem baseada nos interesses está em satisfazer todos os interesses, do que barganhar. Este estilo de negociação também pode ser chamado de negociação “ganha-ganha”. Algumas abordagens de negociações usam a teoria dos jogos, incluindo abordagens as quais usam estratégias combinando cooperação e competição. 

CONCILIAÇÃO

            Muitos autores fazem distinções criteriosas entre “mediação” e “conciliação”, mas não há consenso universal para uma definição precisa para cada um destes termos. O termo “conciliação” é muitas vezes usado intercambiado ou como sinônimo com o de “mediação”. No Brasil a maioria dos autores indicam que quando o terceiro intervem no processo e dá sugestões teremos uma conciliação (mediação avaliativa). No Canadá o termo “conciliação” geralmente se refere ao processo de resolução de disputa no qual as “partes em disputas usualmente não estão presentes no mesmo momento, na mesma sala, ou são atendidas separadamente ou o conciliador comunica-se isoladamente com cada uma das partes.

            O termo “conciliação”, também, pode ser o espaço para a tentativa de acordo, junto com o processo judicial ou com o de arbitragem

 

FACILITAÇÃO

            Facilitação é um processo pelo qual uma terceira parte ajuda na coordenação de atividades de um grupo, age como um facilitador do processo durante os encontros, ou ajuda um grupo a prevenir ou gerenciar tensões e se mover no sentido de uma decisão produtiva. As metas do facilitador podem ser colocadas numa contínua e simples coordenação de grupos e gerenciamento de encontros de intensiva mediação de disputa multi-partes.

 

JUSTIÇA RESTAURATIVA

            Tem-se definido a justiça restaurativa como uma resposta para crimes que dizem respeito à dignidade e igualdade para a pessoa, construindo compreensão e promovendo harmonia social através da escuta das vítimas, ofensor e comunidades a qual provê uma oportunidade para a vítima de obter reparação, sentir-se segura e procurar encerrar o caso. Conceder ao ofensor discernimento para as causas não reveladas do crime, para compreensão da comunidade para as causas não reveladas do crime, para promover o bem estar da comunidade e prevenir crimes.

            Os Processos para a justiça restaurativa incluem mediação e conciliação.

 

ARBITRAGEM não vinculativa ou PERÍCIA NEUTRAL

            Na “arbitragem não vinculativa”, as partes em disputa colocam antecipadamente seu caso para uma terceira parte imparcial a qual dará uma opinião ou recomendação, dando condições para as partes escolherem se aceitam ou não firmar um acordo nas bases formuladas.

            No “Mini-trial” se formula um conselho (normalmente 03 conselheiros) para as partes em disputa e criação de possibilidades de acordo. As partes comparecerem ante um juiz ou advogado especialista o qual ouvirá o caso dos dois lados e dará uma opinião como se fosse um juiz do caso. Algumas vezes peritos são chamados para prover uma “avaliação neutral do caso” para ajudar as partes a resolverem a disputa por método não vinculativo, pode ser um caminho efetivo para acordos expeditos.

 

POLÍTICAS DIALOGADAS, REGULAMENTAÇÃO NEGOCIADA (“reg-neg”)

            Estes termos se referem a uma abordagem negociada para a formulação de políticas públicas ou regulamentos. Na “Política Dialogada” ou Regulamentação Negociada “reg-neg” partes privadas ou setores públicos afetados representativos (chamados interessados) trabalham juntos com agentes governamentais para desenvolver políticas ou estabelecer regulamentos.

            Estes complexos processos baseados no interesse se utilizam de processos imparciais de facilitadores – freqüentemente, pessoas que são experientes mediadores. Estes processos participativos de tomada de decisão pública diferem de duas abordagens convencionais governamental. Primeiro, no tradicional processo de tomada de decisão governamental  (serviço civil trabalhando abaixo da estrutura legislativa, regulatória ou política) produzem decisões baseadas nos conselhos de selecionado perito, e com a influencia de “lobby” de grupos. O segundo modelo convencional é mais amplamente consultivo: através de “conselhos consultivo”, processo de audiência pública e lobby de grupos e então toma-se a decisão independentemente. A insatisfação pública com estas abordagens convencionais tem levado ao aumento das demandas para a participação das decisões públicas por grupos interessados (partes interessadas). Conflitos sobre a tomada de decisão pública esta se tornando de significativo interesse, especialmente quando ele se refere a questões ambientais.

            A base para este sistema de tomada de decisão é que com alto nível de participação pública e a qualidade da informação colocada sobre a mesa a decisão será mais bem balanceada e de alta qualidade.  Além disso, com a decisão conseguida por um processo de amplo e alto nível de consensos, haverão menores conflitos públicos sobre a decisão que for tomada.

 

OUVIDORIA -(OMBUDSMAN)

 

O termo “Ombudsman" é originalmente Sueco. Na língua Inglesa, o termo foi modificado para “ombudsperson” ou escritório “ombuds”. Um ouvidor “clássico” (ombusdman) é um funcionário publico, independente, de alto nível, responsável dentro do poder legislativo e indicado pela constituição ou previsão legislativa, para monitorar as atividades administrativas do governo.

            O Ouvidor tinha o poder para investigar queixas de cidadãos por má administração ou injustiças administrativas, assim como agir por sua própria motivação. O Ouvidor deve reportar questões públicas e recomendar mudanças para prevenir eventuais injustiças administrativas.

            Há muitas outras formas de escritórios de ouvidores, mas sua característica comum são a imparcialidade, o poder para investigar e o poder de recomendar. As metas tradicionais do Ouvidor dentro da educação ou de instituição corporativa tem sido o de ser uma autoridade imparcial que investiga casos e faz recomendações para remediar queixas válidas.

            As habilidades do Ouvidor para investigar persuasivamente e para atuar em situações públicas são seus recursos de poder. Para ser efetivo, o ouvidor deve ter suficiente segurança do escritório para assegurar sua independência. Em muitas instituições o poder do ouvidor esta baseado na possibilidade de enfrentar o corpo governamental ou o da administração.

            Num modelo clássico o escritório do ouvidor é separado do corpo executivo ou administrativo e se reporta diretamente ao corpo que governa a instituição. Outro modelo comum, particularmente dentro da corporação, e num “ouvidor executivo” que se reporta diretamente para o chefe executivo ou administrativo e se reporta diretamente ao corpo que governa a instituição. Outro modelo comum, particularmente dentro da corporação, e num “ouvidor executivo” que se reporta diretamente para o chefe executivo da instituição. O escritório do ouvidor corporativo as vezes segue o modelo do ouvidor executivo. O ouvidor universitário deve ser “executivo” o ouvidor se reporta para o reitor da Universidade ou “clássico” se eles se reportar para conselho que governa a universidade.Um ouvidor institucional ou corporativo tem sido definido como um “gerente imparcial dentro da organização que deve prover assistência informal e confidencial para gerentes e empregados em resolução de interesses concernentes ao trabalho; deve servir como um conselheiro, informal facilitador, formal mediador, informal inquiridor, consultor, prevenidor de problemas e agente de oportunidade e cujo escritório estará localizado ordinariamente fora dos limites da estrutura gerencial”. Sendo “clássico” ou “executivo” o ouvidor compartilha as características de imparcialidade, autoridade investigativa e poder de recomendação. Alguns ouvidores usam mediação e conciliação, outros focam exclusivamente na investigação e na recomendação.

 

ÃÇÃO DIRETA NÃO VIOLENTA

 

            Ação direta não violenta refere-se à cuidadosa, planejada e coordenada ação da pessoa para influenciar ou mudar políticas governamentais ou legislação por meios não violentos, como demonstrações públicas e protestos. “lobbys” e campanha na mídia.Enquanto não violenta na filosofia, são métodos competitivos e não colaborativos: as técnicas usadas são a não violenta coerção com bloqueio, persuasão, simpatizante de causas particulares e em alguns casos desobediência civil.

 

RECONCILIAÇÃO

           

            Processos que buscam a reunião, compreensão  das pessoas que estão desunidas ou em confronto  por algum desentendimento.

 

 

JUIZ DE PAZ –  introdução na sociedade de terceiros (mediadores) para solução  não jurisdicional (extrajudicial)  de conflitos de casais e comunitários.

 

 


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